- Estes teus olhos...
-Não são meus olhos. É o meu olhar. É a minha alma que vocë não quer olhar. Pressente, mas não quer sentir. Temendo-a, prende-a em minhas retinas.
-...como? Acho que não ouvi.
- Eu disse, você pode pegar mais uma cerveja para nós dois? Essa já acabou.
- Ah, sim, claro.
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